Missiva
A toda a Comunidade Piaget de Portugal.
Dirijo-me, hoje e pela primeira vez em 30 anos, a toda a Comunidade Piaget de Portugal: responsáveis, educadores, docentes, demais trabalhadores, estudantes e alunos, ex-estudantes e ex-alunos, profissionais já formados e habilitados, respectivas famílias e amigos.
Antes de mais, quantos seremos?
Cem mil? Cento e vinte mil?
O importante é que todos, de uma forma ou de outra, fazemos parte de um grande projecto, que já é realidade, e de um enorme sonho que continua em marcha.
O Instituto Piaget comemora, este ano, 30 anos.
E se é verdade que fui eu próprio a idealizá-lo e a criá-lo, fomos todos nós quem o potenciou e desenvolveu.
De uma simples sementinha, fizemos dele uma frondosa árvore, onde se acolhem sonhos e as aves do céu.
A instituição que criámos é uma instituição de coração grande e generoso, dedicada às causas mais profundas da sociedade e da busca do Humano, com larga visão do mundo em que vive, e com forte sentido de acção e intervenção social.
Tudo isto bem espelhado nos nossos Estatutos e na publicação de mais de 1.500 livros em múltiplas áreas do conhecimento, da praxis e da ética.
Como bem sabem, construímos Campus Universitários e Académicos de grande qualidade, e outros centros de educação, de norte a sul do País, com especial incidência no interior e nas periferias. Por nós passaram, em formação, algumas dezenas de milhar de crianças, jovens e adultos.
Ajudámos a criar e a lançar o Instituto Piaget em Angola, Cabo Verde, Moçambique, e agora no Brasil e na Guiné-Bissau. No dizer do Doutor António Almeida Santos “Nenhuma instituição de ensino universitário interpretou tão fielmente, e com tão dilatada ambição, o espírito que presidiu à criação da CPLP” ”.
Quanto às áreas de formação, dispomos de um vasto leque de cursos em funcionamento e aprovados, de docentes qualificados e em formação pós-graduada em número e qualidade bem consistente. Reestruturámos a área de investigação, dando-lhe novo alento e prospectiva.
Trabalhámos para e com as comunidades, em que mais directamente nos inserimos, de forma aberta e profundamente meritória.
Fomos perfeitos? Não; quem o poderia ser? Cometemos erros; ainda bem, aprendemos com eles.
Mas fizemos obra; boa obra.
Após 30 anos de trabalho insano e duro, decidi passar o testemunho a uma nova Direcção do Instituto. Faz-se, assim, uma transição necessária e aconselhável.
Ficarei sempre a seu lado, incentivando e apoiando. As instituições fortes e perenes estão para além das pessoas concretas que as constituem, mesmo que sejam fundadoras e criadoras. É assim que tem de ser.
Há novos caminhos a seguir, e a alcançar: Alguns deles prendem-se com os processos pendentes no Ministério da Tutela há quase 10 anos. São essenciais para o cumprimento da Missão e Projecto do Instituto, nomeadamente no que toca ao seu Campus Universitário de Viseu. Situações há de verdadeiro escândalo, como seja o atraso na aprovação de mestrados para as nossas ESE’s e ISEIT’s; e que é urgente resolver.
Os desafios são múltiplos e o esforço necessário bem exigente.
É preciso, pois, manter firme a rota e a vigilância.
- É importante que Sua Excelência o Ministro da Ciência Tecnologia e Ensino Superior – se disponha a dialogar connosco (por 7 vezes, nos últimos três anos e meio, lhe solicitei uma audiência; mas, até hoje não deu resposta!).
- É imprescindível conseguirmos que a Tutela respeite a especificidade de cada Instituição, sua missão e projecto.
- É preciso fazer sentir ao Governo que é obrigação sua potenciar as estruturas da sociedade civil (de que nós fazemos parte), incentivando a rendibilização plena das suas condições de instalações, equipamentos e recursos humanos, no sentido de uma construção conjunta do futuro do País e suas regiões.
- Temos que insistir permanentemente pela transparência de processos e a imparcialidade nas decisões.
O Ministério da Ciência Tecnologia e Ensino Superior não pode comportar-se como parte, num processo onde ele tem que ser o garante do todo.
- Temos que lutar por uma maior clarividência no que toca ao Ensino Superior. Este, ainda é Educação, ou passou a ser outra coisa?
- Temos que clamar, alto e bom som, que a Língua Portuguesa não pode transformar-se numa língua de segunda, incapaz de criar e expressar o pensamento, as artes, a investigação e as ciências.
A língua é a base da identidade histórica e pessoal.
Se os nossos cientistas, professores, pensadores, técnicos, engenheiros e demais profissionais, pensarem, e obrigatoriamente escreverem o que pensam, noutra língua, ainda servirão os interesses do país que os viu nascer e criou?
- É absolutamente indispensável que todos nós mostremos ao Governo, seja ele qual for, que não é lúcido nem justo, entravar sistematicamente e ao longo dos anos, uma instituição cooperativa (a Constituição diz dever ser “apoiada”, “incentivada”, “protegida”!) que, mais que nenhuma outra do sector Não-Público, investiu fortemente nas zonas do interior e periféricas do País, contribuindo como ninguém para o seu desenvolvimento integrado e coesão nacional.
Como se vê, os desafios são exigentes e difíceis.
Mas todos nós sabemos que os caminhos que percorremos até agora nunca foram fáceis. Tivemos que sofrer, e muito: obstáculos injustificados, entraves, incompreensões; sobretudo da parte de quem melhor deveria perceber e apoiar.
Momento houve, inclusive, em que me vi forçado a fazer duas greves de fome para exigir a resolução de processos cujo não deferimento causava prejuízos incalculáveis ao Instituto, e bem assim para a modificação de certos procedimentos administrativos que tinham atingido as raias do absurdo.
Ninguém faz greves de fome por gosto ou capricho. As consequências na saúde foram graves e irreversíveis.
Mas se tal for necessário para defender a continuidade da Missão para a qual criei o Instituto, - o Instituto que todos nós construímos – não hesitarei em assumir de novo tal acto limite.
Desta vez, espero que acompanhado por alguns de vós.
Torna-se, por isso, necessário e urgente que toda a Comunidade Piaget tome consciência da sua força e dimensão. E assuma que, para o cumprimento da sua missão institucional e sobrevivência sustentada, se torna imprescindível fazer ver aos decisores políticos – nomeadamente a sua Excelência o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, de que o que estamos solicitando é, antes de tudo, diálogo; para, através dele, resolver o que tem que ser resolvido.
De resto, o futuro é o que nós soubermos fazer e querer, por entre as condicionantes a que nos obrigam.
Mas, juntos, cumpriremos o nosso destino.
Voltarei, sempre que possa e se justifique, ao contacto de toda a Comunidade Piaget.
Recebam todos um forte abraço e cordiais saudações cooperativas.
Dirijo-me, hoje e pela primeira vez em 30 anos, a toda a Comunidade Piaget de Portugal: responsáveis, educadores, docentes, demais trabalhadores, estudantes e alunos, ex-estudantes e ex-alunos, profissionais já formados e habilitados, respectivas famílias e amigos.
Antes de mais, quantos seremos?
Cem mil? Cento e vinte mil?
O importante é que todos, de uma forma ou de outra, fazemos parte de um grande projecto, que já é realidade, e de um enorme sonho que continua em marcha.
O Instituto Piaget comemora, este ano, 30 anos.
E se é verdade que fui eu próprio a idealizá-lo e a criá-lo, fomos todos nós quem o potenciou e desenvolveu.
De uma simples sementinha, fizemos dele uma frondosa árvore, onde se acolhem sonhos e as aves do céu.
A instituição que criámos é uma instituição de coração grande e generoso, dedicada às causas mais profundas da sociedade e da busca do Humano, com larga visão do mundo em que vive, e com forte sentido de acção e intervenção social.
Tudo isto bem espelhado nos nossos Estatutos e na publicação de mais de 1.500 livros em múltiplas áreas do conhecimento, da praxis e da ética.
Como bem sabem, construímos Campus Universitários e Académicos de grande qualidade, e outros centros de educação, de norte a sul do País, com especial incidência no interior e nas periferias. Por nós passaram, em formação, algumas dezenas de milhar de crianças, jovens e adultos.
Ajudámos a criar e a lançar o Instituto Piaget em Angola, Cabo Verde, Moçambique, e agora no Brasil e na Guiné-Bissau. No dizer do Doutor António Almeida Santos “Nenhuma instituição de ensino universitário interpretou tão fielmente, e com tão dilatada ambição, o espírito que presidiu à criação da CPLP” ”.
Quanto às áreas de formação, dispomos de um vasto leque de cursos em funcionamento e aprovados, de docentes qualificados e em formação pós-graduada em número e qualidade bem consistente. Reestruturámos a área de investigação, dando-lhe novo alento e prospectiva.
Trabalhámos para e com as comunidades, em que mais directamente nos inserimos, de forma aberta e profundamente meritória.
Fomos perfeitos? Não; quem o poderia ser? Cometemos erros; ainda bem, aprendemos com eles.
Mas fizemos obra; boa obra.
Após 30 anos de trabalho insano e duro, decidi passar o testemunho a uma nova Direcção do Instituto. Faz-se, assim, uma transição necessária e aconselhável.
Ficarei sempre a seu lado, incentivando e apoiando. As instituições fortes e perenes estão para além das pessoas concretas que as constituem, mesmo que sejam fundadoras e criadoras. É assim que tem de ser.
Há novos caminhos a seguir, e a alcançar: Alguns deles prendem-se com os processos pendentes no Ministério da Tutela há quase 10 anos. São essenciais para o cumprimento da Missão e Projecto do Instituto, nomeadamente no que toca ao seu Campus Universitário de Viseu. Situações há de verdadeiro escândalo, como seja o atraso na aprovação de mestrados para as nossas ESE’s e ISEIT’s; e que é urgente resolver.
Os desafios são múltiplos e o esforço necessário bem exigente.
É preciso, pois, manter firme a rota e a vigilância.
- É importante que Sua Excelência o Ministro da Ciência Tecnologia e Ensino Superior – se disponha a dialogar connosco (por 7 vezes, nos últimos três anos e meio, lhe solicitei uma audiência; mas, até hoje não deu resposta!).
- É imprescindível conseguirmos que a Tutela respeite a especificidade de cada Instituição, sua missão e projecto.
- É preciso fazer sentir ao Governo que é obrigação sua potenciar as estruturas da sociedade civil (de que nós fazemos parte), incentivando a rendibilização plena das suas condições de instalações, equipamentos e recursos humanos, no sentido de uma construção conjunta do futuro do País e suas regiões.
- Temos que insistir permanentemente pela transparência de processos e a imparcialidade nas decisões.
O Ministério da Ciência Tecnologia e Ensino Superior não pode comportar-se como parte, num processo onde ele tem que ser o garante do todo.
- Temos que lutar por uma maior clarividência no que toca ao Ensino Superior. Este, ainda é Educação, ou passou a ser outra coisa?
- Temos que clamar, alto e bom som, que a Língua Portuguesa não pode transformar-se numa língua de segunda, incapaz de criar e expressar o pensamento, as artes, a investigação e as ciências.
A língua é a base da identidade histórica e pessoal.
Se os nossos cientistas, professores, pensadores, técnicos, engenheiros e demais profissionais, pensarem, e obrigatoriamente escreverem o que pensam, noutra língua, ainda servirão os interesses do país que os viu nascer e criou?
- É absolutamente indispensável que todos nós mostremos ao Governo, seja ele qual for, que não é lúcido nem justo, entravar sistematicamente e ao longo dos anos, uma instituição cooperativa (a Constituição diz dever ser “apoiada”, “incentivada”, “protegida”!) que, mais que nenhuma outra do sector Não-Público, investiu fortemente nas zonas do interior e periféricas do País, contribuindo como ninguém para o seu desenvolvimento integrado e coesão nacional.
Como se vê, os desafios são exigentes e difíceis.
Mas todos nós sabemos que os caminhos que percorremos até agora nunca foram fáceis. Tivemos que sofrer, e muito: obstáculos injustificados, entraves, incompreensões; sobretudo da parte de quem melhor deveria perceber e apoiar.
Momento houve, inclusive, em que me vi forçado a fazer duas greves de fome para exigir a resolução de processos cujo não deferimento causava prejuízos incalculáveis ao Instituto, e bem assim para a modificação de certos procedimentos administrativos que tinham atingido as raias do absurdo.
Ninguém faz greves de fome por gosto ou capricho. As consequências na saúde foram graves e irreversíveis.
Mas se tal for necessário para defender a continuidade da Missão para a qual criei o Instituto, - o Instituto que todos nós construímos – não hesitarei em assumir de novo tal acto limite.
Desta vez, espero que acompanhado por alguns de vós.
Torna-se, por isso, necessário e urgente que toda a Comunidade Piaget tome consciência da sua força e dimensão. E assuma que, para o cumprimento da sua missão institucional e sobrevivência sustentada, se torna imprescindível fazer ver aos decisores políticos – nomeadamente a sua Excelência o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, de que o que estamos solicitando é, antes de tudo, diálogo; para, através dele, resolver o que tem que ser resolvido.
De resto, o futuro é o que nós soubermos fazer e querer, por entre as condicionantes a que nos obrigam.
Mas, juntos, cumpriremos o nosso destino.
Voltarei, sempre que possa e se justifique, ao contacto de toda a Comunidade Piaget.
Recebam todos um forte abraço e cordiais saudações cooperativas.
António Oliveira Cruz
Presidente Honorário do Instituto Piaget
e Presidente do seu Conselho Estratégico
e de Desenvolvimento Institucional
Presidente Honorário do Instituto Piaget
e Presidente do seu Conselho Estratégico
e de Desenvolvimento Institucional

5 Comentários:
Concordo consigo Dr. Cruz, e quase na totalidade do documento.
Compreendo e assumo a sua grande vitória ao longo dos anos pela conquista de um lugar de prestígio no centro educacional em Portugal.
Admirei o desenvolvimento humano, económico e social, que Macedo de Cavaleiros protagonizou desde a criação do instituto Piaget, e que sem o mesmo teria uma sina bem diferente.
Acompanho o desenvolvimento do Piaget de Santo André com o mesmo fervor que acompanhei o de Macedo de Cavaleiros, desta feita, na qualidade de aluno e dirigente Associativo.
Tento transmitir a todos, o potencial de uma instituição de ensino superior, como motor económico (entre outros) das cidades onde estão implementados, mas também da região.
Há vários anos que sou aluno desta instituição, mas também de outras, como o Politécnico do qual sou ainda aluno, e onde não destaco nenhuma mais valia em relação ao nosso Piaget.
Importa destacar, a constante luta que o Dr. Cruz Tem tido em prol da instituição, tem sido de um valor sobre humano, e caracteriza-o como um grande líder e homem de vontades.
Importa destacar, que os constantes governos, têm desprezado uma instituição, que sobrepõe ao lucro e á ambição empresarial, o levar do saber ás áreas mais interiores e mais despovoadas (não só de pessoas) do nosso País e irmãos lusófonos.
Que futuro teriam os actuais milhares de professores, enfermeiros, educadores de infância, fisioterapeutas entre tantas outras profissões, se não existisse uma Instituição de ensino superior á porta de sua casa, que lhes permitiu ter as oportunidades que todos os portugueses deviam ter na sua igualdade, referida constitucionalmente?
E que não havendo condições financeiras para realizar estudos superiores longe da sua proveniência, estariam condicionados ao incerto.
Aprecio o desenvolvimento que o Piaget trouxe a Santo André, onde posso afirmar com plena certeza, que cerca de 70% dos seus alunos não estariam a fazer os seus estudos, se não fosse a existência do Piaget, pois a sua idade, Agregado familiar e relações profissionais, não os deixaria percorrer 200 quilómetros por dia, para a faculdade mais próxima.
Tento, e dentro do que me é possível, e com os parcos recursos ao meu dispor, levar a mensagem do Instituto Piaget o mais longe possível, com um grupo de alunos que tem feito mais, do que alguns responsáveis dos da instituição que emanam directrizes das grandes cidades e não são conhecedores da nossa realidade.
Que estratégia tem sido aplicada no envolvimento da grande comunidade escolar que nós fomos e somos?
Que relação emocional foi criada com os ex alunos desta instituição, para que se envolvam nas lutas, nos apoiem e sintam as dores do Piaget?
Há que ir mais longe, mesmo dentro da instituição, acarinhar os alunos e a restante comunidade escolar, para que durante a sua vivencia, nos considerem parte da sua família e que se identifiquem ao longo do seu caminho escolar com a boa formação recebida nas nossas escolas, e não com a frieza de alguns mercenários intelectuais que despejam palavras desprovidas de calor e emotividade.
Para conseguir alcançar os parâmetros das carismáticas e mais frequentadas academias do nosso país, conte comigo.
Nada é perfeito, e haverá arestas a limar, temos algumas, conte comigo para o ajudar naquilo que entender por bem fazer para que a nossa instituição receba o prestígio que merece pelos serviços de mérito que tem prestado a Portugal.
Hugo Ferreira
Santo André
Felicitações. Votos de muitas felicidades e êxitos tanto para o seu projecto "comunutário" assim como no plano pessoal.
Com os mais respeitosos cumprimentos.
Filipe Manso Carlos.
Venho apresentar os meus singelos agradecimentos pelo cuidado manifestado.
É uma honra, poder fazer parte da Comunidade Piaget.
Queira aceitar os votos de muitos momentos felizes e, sucessos académicos.
Os meus melhores cumprimentos
Exmo. Sr.
Dr. António Oliveira Cruz
Tenho a honra de fazer parte deste grupo multidiciplinar, desta grande e numerosa família Piaget, por isso, devo congratulá-lo, parabenizá-lo e por fim, simplesmente desejar que os caminhos ainda se alarguem ainda mais, que os horizontes ainda sejam e estejam mais e mais além..... além fronteiras, sem limites.
Sou brasialeira e estou cá em Portugal há muitos anos, vou fazer 50 anos e resolvi retomar meus estudos, optei pelo Piaget, um nome forte que eu já trazia há muito pelas influências filosoficas e não só.
Fiquei muito feliz em saber do nascimento e interesse pelo Brasil, e agora posso direccionar minhas congratulações e desejar a todos muito sucesso.
Faço minhas suas palavras:
- Temos que clamar, alto e bom som, que a língua portuguesa não pode transformar-se numa língua de segunda, incapaz de criar e expressar o pensamento, as artes, a investigação e as ciências.
A língua é a base da identidade histórica e pessoal.
Bem aja !
Senhor Professor A. Oliveira Cruz
Já li, por várias vezes, a missiva que enviou e ofereceu à Comunidade Piaget de Portugal. Além do ouro de lei dos seus méritos literários, o meu amigo impõe-se à minha admiração, pela sua criatividade e trabalho invulgares, no campo editorial (único na universidade europeia) e ainda na Educação e na Cultura.
Portugal deve-lhe muito! Mas o António Oliveira Cruz que eu conheço é um Mestre de horizontes dilatados e os políticos portugueses têm, no olhar, as pequenas dimensões físicas do nosso Portugal. A sua obra tão singular e tão humana poucos a poderão, por isso, compreender. Com os meus 76 anos de idade, a fingirem uma rijeza que não possuo, quero estar na primeira fila dos que o aplaudem e o seguem.
Desgraçado país que julga poder viver sem Homens como António Oliveira Cruz…
Seu…“ex corde”
Enviar um comentário
Subscrever Enviar feedback [Atom]
<< Página inicial