QUISERA
(excerto)
Ah!
não haver
uma nesga
de azul
… uma fresta!
por onde
uma réstea
me cruze
de esperança …
… mas eu sei
que sou
este concerto
universal
… esta orquestra
voz total
de todo
um mundo
que em mim
canta
e avança …
que Homem
será este
que me sou?
… que árvore
de mim
brota
nesta
escâncara
vital
de se abrir
e subir
esparramada
… eu-me
abraço,
… universal?
In Se Em Frente Quisera, 1989, incluído na Antologia Poética , 2011


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